quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tênis de mesa para bi amputado de braços

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 Esse é mais um exemplo de superação e possibilidades com os deficientes físicos, o tênis de mesa em que a empunhadura da raquete é realizada com a boca.

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domingo, 13 de abril de 2014

Método Halliwick

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Método Halliwick de natação para deficientes , surgiu em Londres em 1949 na  Halliwick School e  foi desenvolvido   por James McMillan um engenheiro  de mecânica de fluídos com conhecimentos da hidrostática e hidrodiâmica e mecânica dos corpos.

Conceito Halliwick - è baseado no conhecimento dos fluídos mecânicos e na observação das reações do corpo no ambiente aquático.
Princípios  -  todas as pessoas tem capacidade de torna-se idenpendente na água.

Objetivo -  ajustar mentalmente e equilibrar fisicamente, controle da respiração e liberdade de movimentos.

O trabalho pode ser desenvolvido em grupo de forma recreativa e os alunos são agrupados em três níveis de habilidade na água.

Aabordagem do método é indicada para todas as pessoas em diferentes idades e em  particular para indívíduos com defíciência física, visual e intelectual.

O método não utiliza-se flutuadores  e o aluno aprende a controlar e equilibrar  o seu corpo de forma espontânea o mais natural possível,  a respiração deve ser segura com controle respiratório, ensina-se as "remadas" e os movimentos básicos da natação por meio de um programa de dez pontos que comprende aprendizagem psicomotora, ajuste mental, equilíbrio corporal.

Saiba mais- click nos links!
Halliwick - onde cursar

Disponível em:
<http://www.efdeportes.com/efd147/hidroterapia-indicacoes-e-contraindicacoes.htm> acesso em 13.04.2014
Indicação de Blog
<http://www.bdtd.ufscar.br/htdocs/tedeSimplificado/tde_arquivos/9/TDE-2013-06-04T181129Z-5294/Publico/5154.pdf> acesso em 13.04.2014
<http://www.actafisiatrica.org.br/detalhe_artigo.asp?id=468>acesso em 13.04.2014
<http://halliwick.net/pt/fotos> acesso em 13.04.2014


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sábado, 29 de março de 2014

Natação Adaptada

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imagens google 29.03.2014
A natação pode ser realizadas com fins terapêutico, lúdico- recreativo e competitivo.Na modalidades adaptadas participam indivíduos com deficiência visual, deificiência física e deficientes  intelectuais e outros. No post do centro de estudos fitness encontramos  informações sobre  princípios e estratégias etc  para o trabalho com   Natação adaptada  click no link em azul e confira!
Perfil dos praticantes
Deficientes visual
Deficientes físicos
Deficiêntes intelectuais.

As Provas de natação 
50 m, 400m rasos
50m e 100m peito, costas e borboleta.
150 e 200 m medley

Regras do IPC swimming, Orgão responsável pela natação no Comitê Paralímpico Brasileiro.
 as adaptações são feitas  nas largadas , viradas e chegadas. Os indivíduos cegos  recebem um aviso do tapper (bastão com espuma na ponta) quando estão chegando na borda.

Classificação funcional

S1  a S10/ SB1 a  SB9 / SM1 a SM10 -  nadadores com limitações  física/motoras.
S11, SB11, SM11, S12, SB12, SM12, S13, SB13, SM13 -  nadadores com deficiência visual.
S14, SB14, SM14 - nadadores com deficiência intelectual. (CPB)

O portal de Educação Física  no link que segue dá algumas dicas  para O trabalho com natação para deficientes . Confiram!


Referências.
Disponível em: < http://www.educacaofisica.com.br/index.php/blogs-ef/entry/para-trabalhar-com-natacao-para-deficientes>
 acesso em 29.03.2014 acesso em 29.03.2014
<http://www.cefitness.com/uploads/portal/NA_4_sessao_12.02.pdf> acesso em 29.03.2014
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Zarabatana

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A zarabatana é uma arma  artesanal muito utilizado  pelos  indíos da amazônia é uma prática  indicada para indivíduos  que apresentam quadro clínico motor grave de paralisia cerebral. 

A zarabatana consite num tubo comprido ( de 63 e 96cm)  feito de meta, madeiral  ou plástico com um orifício onde se introduz uma  flecha pequena ou dardos que são impelidos com sopros. 

Os instrumentos de zarabatana   de maior comprimento com cerca de 2,5 mts de comprimento facilitam a pontaria e  exigem mais esforço respiratório   do praticante para expulsar as setas, flechas ou dardos. Já as zarabatans menores torna mais fácil a expulsão das setas por meio de um pequeno sopro e consequentemente menos  esforço respiraatório.

A zarabatana como atividade lúdica consiste numa prova  em que o indivíduo deve atingir o alvo no maior número de vezes possível.

Obs: A zarabatana   é uma arma com restrições no seu  uso em alguns países como Reino Unido e Canadá. 


Benefícios
 É uma terapia psicomorora.
 É uma atividade  lúdica  para aprender a soprar.
Melhoria da concentrção..
Coordena os movimentos.
Possibilita a correção de posturas.
Individuos mais independentes podem colocar as setas no bucal da zarabatana autonomamente,

Obs,  Não existe risco de ingestão devido um sistema anti-retorno nas zarabatanas.

fonte:






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domingo, 15 de dezembro de 2013

Boliche Adaptado para deficientes

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O boliche moderno surgiu na Alemanha por volta do ano 1300,  Alemães jogavam com pedras  em clubes chamados  Kegles . Atualmente  esses locais ainda são frequentados por jogadores.

A modalidade do boliche  adaptado para deficientes físico  foi desenvolvido  durante os anos  pós – segunda guerra mundial, tornou-se  um esporte  popular entre  os paraplégicos e amputados.  Já a participação de indivíduos com deficiência severa foi possível somente na década de 1950  quando o uso   de  dispositivos auxiliares  passou a ser permitido,
Nessa mesma época em  1848 na cidade  de Nova york, os deficentes visuais também praticavam o jogo. Já foi esporte paralímpico, deixou de ser e atualmente é uma modalidade reconhecida pelo comitê paralímpico.


O jogo  do boliche consiste  de 10 lances. Cada jogador  lança a bola duas vezes em cada lances,  a  menos que derrube  todos os pinos na primeira bola, fazendo um strike. O valor do strike é de 10 pontos , dobrando  os pontos dos dois lances seguintes. Caso o jogador marque o strike no seu último lance, terá o direito a 02 bolas  extras. Se nesses lances  fizer  02 strikes atingue os 300 pontos o número máximo no jogo.

Perfil dos Praticantes
Indivíduos  com deficiência física, intelectual, visual e auditiva em provas masculinas e femininas,


 Adaptações gerais

 Estimulação corporal e cinestésica.
 Proporcionar vivências com bolas leve, bolas maiores, pinos maiores etc.
Deficiências auditiva - Surdos
- Utilizar estímulos luminosos e pistas visuais facilitam o trabalho.
- Observar a tela quando o jogo coorrer numa pista de boliche,
- Colocar o aluno em uma pista próximo ao professor(a)
- indicar o material a ser utilizado
- falar em tom moderado e de frente para o aluno.
Deficiência Intelectual
- apresentar as instruções  de forma clara e devagar.
-  faça demonstrações
- utilizar pegadas para lembrá-los da colocação do pé.
- repetir as indicações muitas vezes
- utilizar diferentes pinos e alterá-los com frequência, inclusive em quantidade.
- proporcionar   vivências bem sucedidas (curta distância, bola leve, bola maior, pinos maiores, etc.
5. Melhore experiências bem sucedidas (curta distância, bola leve, bola maior, pinos maiores, etc.
Deficiência visual
- O parceiro deve orientar o aluno sobre os pinos que precisam ser derrubados,
- Caminho até a  pista deve ser feito de uma única superfície de textura.
- coloque um localizador sonoro atrás dos alvos (pinos).
- utilizar  uma rampa de metal para a bola rolar pela pista.
-  utilizar bolas  e pinos coloridos.
- utilize pará-choques  em ambos lados dos trilhos.
Deficientes físicos em cadeira de rodas
-  modificações mínimas, como força de membro superior e e coordenação de  movimentos.
-  é possível que necessite de bolas mais neves.
- utilizar bola retrátil (bola com alça)
- utilizar  rampa  quando necessário.
- utilizar o dispositivo adapter-pusher para empurrar a bola para baixo da pista.


 classificação funcional

  • B1: Atletas são totalmente cegos
  • B2: Os atletas com visão parcial com acuidade visual de até 2/60 e / ou campo visual inferior a 5 graus
  • B3: Os atletas são parcialmente cegos  com acuidade visual acima de 2/60 até 6/60 e / ou campo visual de mais de 5 graus e menos de 20 graus
  • B4: atletas com deficiência grave incapaz de usar uma bola maior do que 64 milímetros de diâmetro (ou seja, tetraplégicos ou paralisia cerebral)
  • B5: atletas ambulante e cadeiras de rodas com aderência superior e restrito a função do membro superior do corpo, falta de equilíbrio e coordenação
  • B6: atletas ambulante e cadeiras de rodas com reduzida função do equilíbrio
  • B7: atletas ambulante e cadeiras de rodas com menores probemas de  equilíbrio
  • B8: atletas ambulante e de cadeira de rodas que têm uma incapacidade permanente e irreversível, mas sem comprometimento  perceptível da função.
  • Crédito (http://www.sports.org.au/sports/lawn-bowls)  acesso 15.12.2013

  • Tecnologia assistiva
Adaptações para a cadeira de rodas,  na bola de boliche e  utilização de rampas   foram desenvolvidas para  incluir  indivíduos no jogo  do boliche.

 Cadeira de rodas
Podem ser feita várias adaptações na cadeira de rodas que auxiliam na participação do jogo.

                                   

  rodas mais  largas que ficam dentro do quadro.      

             

             
O Centro de gravidade possibilidade  de ajuste para a frente e para trás.
                                                    
   
                                       rodas traseiras menores  que  simulam elevador
links das imagens  e saiba mais!
http://www.bbbugs.co.uk/features2.html   acesso em 15.12.2013

Rampas


São utilizadas para orientar o  lançamento e direção da a bola na pista de boliche.
Indicadas para  indivíduos  os  com grau de comprometimento elevado que não podem utilizar as mãos.

Adaptações na bola  







 As bolas são  feitas  para suprir a força reduzida e  ou as   dificuldades de colocar os três dedos no buraco do boliche ,

Empurradores - Pusher


É um suporte com braços longos  , na extremidade  tem um local para pegada que se adaptada a forma da mão.  , pode ser utilizado em pé ou sentado numa cadeira de rodas,

  • Podem se facilmente  feitos de tubo de PV C  e cabo de vassoura.
  • Outra adaptação  na sua utilização quando o braço da cadeira não pode ser removido,  aumenta  a altura do assento com uma almofada.
  • Antes empurrar o boliche  deve-se verificar se os freios da cadeira foram acionados.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Slalom adaptado

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O Slalom é  uma modalidade esportiva realizado em cadeira de rodas (manuais e elétricas)  por indivíduos  com paralisia cerebral, consiste num circuito de obstáculos a ser  ultrapassados, a uma certa distância no menor tempo possível com o menor número de erros,

 A movimentação do atleta  no circuito  passa ideia  da realização de uma baliza em que  ele posiciona de costa e  realiza a saída de frente nos  obstáculos finalizando numa rampa P. 




O circuito do slalom é realizado numa quadra demarcada por cones, rampas e voltas indicando sentido e direções,  a ser  percorrido em cadeira de rodas; 
Penalizações.
Tocar nas  linhas e pinos  pena de três segundos
Derrubar os pinos penaliza cinco segundos no tempo
Desqualificação erros no percurso
Benefícios
Autonomia
Melhoria funcional  no cotidiano
Uso da cadeira de rodas nos seus limites
Desenvolvimento físico e pessoal
Diversão
Correr risco
Desafios.
Valências físicas e motoras
 Rapidez,coordenação, força e técnica para fazer o menor tempo e o menor número de erros. 

Classes funcionais
  • D1: Atletas com paralisia severa. Incapazes de mover funcionalmente uma cadeira de rodas manual. Dependentes de uma cadeira de rodas elétrica. (CP1)
  • D2:  paralisia  de severa a moderada. Pobre força funcional em todas as extremidades e tronco, mas capazes de movimentar a cadeira de rodas com os braços. (CP2U)
  • D3: paralisia de severa a moderada. Pobre força funcional em todas as extremidades e tronco, mas capazes de movimentar a cadeira de rodas com as pernas. (CP2L)
  • D4: Quadriplégica moderada ou hemiplegia severa. Bom controle de tronco ao empurrar a cadeira, limitado por vezes pelo tônus extensor (CP3)
  • D5: Boa força funcional com limitação mínima ou problemas de controle que se observam nas extremidades superiores e tronco (CP4).crédito -
  • Competição Individual
    O slalom individual é composto por três provas combinadas:
    • Percurso fixa cronometrado com 8 obstáculos (4 quadrados, 1 oito, 1 rampa com 90º, 1 circulo, 1 porta de inversão), partida e chegada.
    • Corrida simultânea em paralela (um contra um) / prova por eliminatórias com 4 obstáculos (1 rampa, 1 oito, 1 porta de inversão, 1 quadrado), partida e chegada.
    • Percurso variável cronometrado com 8 obstáculos (os mesmos do percurso fixo, mas com uma ordem diferenciada).
A classificação final combinada é dada por um somatório de pontos obtidos através da classificação das três provas.

  • Competição Extra Individual
    • Vencedor absoluto/Campeão dos Campeões, corrida simultânea em paralelo/prova por eliminatórias realizadas pelos vencedores de cada divisão e género.
      É utilizado um tipo de ponderação/sistema de handicaps, entre as classes e sexos diferentes, de forma a poderem competir todos contra todos, isto é, as classes funcionalmente superiores partem alguns segundos depois de ser dada a partida, segundo tabela pré-estabelecida.
  • Competição coletiva
    Coletivamente em equipes de quatro elementos, formadas livremente quer por divisão e/ ou gênero, realizam corrida simultânea em paralelo, em forma de estafeta (4x4) / prova de eliminatórias por equipas.
    É utilizado um tipo de ponderação / sistema de handicaps, segundo tabela pré-estabelecida, semelhante á da competição extra individual. Após o somatório dos handicaps individuais dos quatro elementos de cada equipe é feita a diferença dos totais entre elas, determinando qual a equipa mais funcional e quantos segundos partira depois.
    Cada elemento de cada equipa só pode partir após o seu colega anterior cortar a meta.
http://umbigodiferente.blogspot.com.br/2011_12_01_archive.html - acesso em 07.12.2013




Links importantes




Fonte


http://www.pcand.pt/sialom  acesso em 07.12.2013
http://umbigodiferente.blogspot.com.br/2011_12_01_archive.html acesso em 07.12.2013
http://www.fecpc.cat/images/documents/slalom/rslalom1412.pdf  acesso em 07.12.2013

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Bocha adaptada para paralisados cerebral

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Create: Gerente/CDC #Jordan

O jogo de bocha surgiu como uma possibilidade esportiva para  pessoas com paralisia cerebral  com alto grau de comprometimento motor nos quatro membros e  usuários de cadeira de rodas.  Atualmente, pessoas  com outras deficiências como distrofia muscular progressiva  ou acometidos por acidente vascular encefálicos competem de acordo com a sua classe funcional.                                                                                                                               A bocha tornou-se um Esporte Paralímpico em 1984 em Nova York com as disputas individuais masculino e feminino. O jogo em dupla foi inserido em Atlanta em 1996. No Brasil o jogo tornou-se conhecido a partir de 1995, quando dois atletas participaram dos Jogos Parapanamericanos de Mar Del Plata, consagrando-se campeões na modalidade.(FONTE ANDE).  



O objetivo do jogo é encostar  o maior número de bolas  coloridas  na bola alvo o bolim (bola branca) ou jack. (CPB)


arquivo.phtml?a=13808 - Preview livros PDF   










Manual de treinamento de bocha   acesse o link.


A pontuação no jogo é realizada quando o atleta  joga a bola mais próximo do jack, considerando também os pontos das outras esferas da mesma  cor mais próximas do alvo, cada uma delas valem um ponto. Caso outras bolas  de cores diferentes fiquem na mesma distância do alvo as duas pontuam. Ganha o jogo quem acumular o maior número de pontos.(CPB)

As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para.  (CPB)



Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis ends compõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo. (CPB )


O jogo consiste em um conjunto de seis bolas azuis, seis bolas vermelhas e uma bola branca (bolim).


As bolas de bocha podem ser oferecidas em graus de dureza: média, duro, médio médio essas são indicadas para jogadores com pouca força dos braços, pois as bolas duras rolam mais.Já as bolas macias são mais fáceis de colocar no curso.
                                                            

                                                     
 A quadra dever ser lisa e plana como o piso de um ginásio em madeira ou sintético. A área mede 6 metros de largura por 12,5m de comprimento.



 É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores.


Há três  maneiras de se praticar o esporte: 


indidividual, em duplas ou em equipes. Os atletas são divididos por classes conforme a deficiência.

BISfed e as novas regras da bocha

Crédito -http://www.ande.org.br/bisfed-e-as-novas-regras-da-bocha/ 

Em 01 de janeiro de 2013, a modalidade de bocha adaptada passou a ser administrada internacionalmente por uma federação independente chamada Boccia Independent Sports Federation (BISFed), não estando mais sob o controle da CPISRA.
A ANDE – como responsável pela bocha no Brasil – também passa a ser associada à BISfed e conta com um representante entre os membros desta nova federação: Erinaldo Chagas, nosso diretor técnico.
Em 08 de fevereiro deste ano, a BISfed publicou um documento com as novas regras da bocha, que contém algumas alterações importantes, como a introdução da bola branca no tempo de jogo.
Publicamos abaixo algumas das principais alterações. A regra completa(em inglês) pode ser baixada clicando aqui ou no site http://www.bisfed.com 
4. Categorias: os atletas de BC4 que jogam com o pé são agora elegíveis para jogar e a


terminologia é agora mais clara e adaptada às especificidades do Boccia.

Não é permitido aos assistentes desportivos prepararem o lançamento, orientando a

cadeira de rodas ou a calha, ou arredondar as bolas sem que o atleta os instrua nesse

sentido; ou ter contato direto com o atleta durante o lançamento da bola.

6.9.2. Agora o atleta pode decidir não lançar as restantes bolas.


6.10. O árbitro agora anunciará verbalmente o fim do parcial (os calheiros de jogadores BC3 poderão voltar-se para o campo neste momento) e depois pontuar o parcial.

6.13.1. Se a bola (bola-alvo ou bola de cor) estiver tocando a linha de marcação e apoiando outra bola, a bola na linha será cuidadosamente removida. Se a bola que estava por cima cair e tocar na linha de marcação, essa bola também será considerada fora do campo.

8.7. Antes, durante ou após o lançamento da moeda, o calheiro de um


jogador BC3 não pode olhar para o campo enquanto orienta a calha. Se tal ocorrer, o

árbitro permitirá o lançamento ao atleta, e depois atribuirá a violação adequada.

9.1. Assim que o árbitro indique que lado deve jogar, os jogadores desse lado são livres


de entrar no campo.

9.4. Na competição de pares ou equipes, se um atleta lança uma bola e o seu

companheiro de equipa ainda está a regressar à sua área de lançamento, o árbitro

solicitará àquele atleta que lance a bola apenas após o seu companheiro de equipe

estar na sua própria área de lançamento (a bola lançada será considerada jogada). Se

esse lado repetir a situação, o árbitro lhe dará um aviso.

10.2.1 / 14.7 O limite de tempo para bolas de penalização é de 2 minutos por cada


violação (2 bolas) para todas as categorias de jogo.

10.4.8 Se um lado perde o jogo por não comparecimento, é declarada uma vitória ao

lado oposto pelo resultado correspondente ao resultado do jogo com a diferença de

pontos mais elevada dessa chave ou fase eliminatória da classe. O lado desclassificado pontuará zero.

11.5. CARTÃO AMARELO.


11.5.4. Trazer à câmara de chamada mais do que o número permitido de bolas (Ref.

5.1./5.2./5.3./20.6). Este aviso não conta como um aviso em jogo.

11.5.5. Na categoria de Pares e Equipes, é dado um aviso ao atleta que traga mais do

número permitido de bolas. Se não conseguirem determinar quem é esse atleta, o

aviso é dado ao capitão. Este aviso não conta como um aviso em jogo.

11.5.6. Um jogador que acumula 3 cartões amarelos durante o mesmo torneio ou 5 no

mesmo ano, receberá uma suspensão de um jogo. A penalização apenas tem efeito no

mesmo ano.

11.6. CARTÃO VERMELHO.

11.6.2.Quando um atleta/assistente desportivo abandona a área de jogo sem a

permissão do árbitro, mesmo que seja entre parciais ou durante o pedido de tempo

(e.g. abandonar a área de jogo ou ir ao banheiro).

11.6.3. Se o equipamento não responder aos critérios numa segunda chamada ou

numa avaliação aleatória (ref. 2./20.12.4.).

11.6.4. Um cartão vermelho implicará sempre uma suspensão de um jogo. Se ocorrer

numa final, ou se tratar do último parcial de um lado num torneio, a penalização

ocorrerá no próximo torneio, desde que se realize no mesmo ano.

14.2. O lançamento da Bola-Alvo conta como parte do tempo estipulado para um lado.


A partir de 1 de Janeiro de 2014 em diante, a regra 14.2 será substituída pela seguinte:

Será concedido até um minuto para o lançamento da Bola-Alvo. O relógio é depois

reconfigurado para o tempo estipulado para essa categoria.

14.11. Neste momento não se registam alterações nos limites de tempo, mas

A partir de 1 de Janeiro de 2014, o limite de tempo para cada Categoria de Jogo será

diminuído em 1 minuto.

17.1. Se, por razões médicas, o assento da cadeira de rodas estiver inclinado, a


medição é feita do chão até ao centro de gravidade, o ponto mais abaixo da nádega.

18.1. O capitão deve ser identificado ao Árbitro e deve usar um “C” na parte da frente da blusa, claramente visível para o árbitro.
19.2. É agora permitido aos jogadores individuais BC2 e BC4, e aos pares de BC4 que


sejam acompanhados por um assistente no aquecimento.

20.3. Registo para Pares e Equipes 45-20 minutos antes da hora de início.
 Fonte:

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